Servidor do governo do estado denuncia prática de perseguição política no governo Clécio.
Quem ainda consegue confiar em um grupo que gera expectativas e adota práticas persecutórias?
Registro publicamente minha indignação diante da conduta do Governo do Estado do Amapá, sob a gestão do governador Clécio Luís.
No dia 02 de janeiro de 2026, fui transferido de forma arbitrária, por determinação de chefias ligadas ao IAPEN, sem observância dos princípios básicos da Administração Pública.
📌 O fato gerador foi uma manifestação crítica legítima: um comentário público sobre a exclusão da Polícia Penal de um curso divulgado pelo GSI. A partir disso, um oficial com vínculo político encaminhou o conteúdo a um diretor do IAPEN, solicitando “providências” contra mim.
➡️ O resultado?
Uma transferência comunicada informalmente por WhatsApp, afrontando diretamente os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e transparência, previstos no art. 37 da Constituição Federal.
É preocupante ver práticas de retaliação institucional sendo utilizadas contra quem exerce o direito à crítica responsável. Isso fragiliza a confiança nas instituições e compromete a credibilidade da gestão pública.
✊ Reafirmo:
Esse episódio não irá me silenciar. Seguiremos firmes na defesa da legalidade, da justiça, do interesse público e de uma administração pública democrática e respeitosa.
Somente com instituições fortes, respeito aos direitos fundamentais e compromisso com a lei o Amapá poderá avançar com maturidade política e desenvolvimento.
✍️ Élson Teólogo
Especialista em Gestão Pública | Acadêmico de Administração Pública – UNIFAP

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